Agigantar-se

Com certeza absoluta essa é a coluna mais difícil de escrever.

Minha missão é complicada como torcedora, não vim pra ponderar meus sentimentos, ser racional ou o sei lá. Faço engenharia, não jornalismo ou alguma coisa do tipo… minha função aqui é ser torcedora e nada mais. Mas já não sei mais se quero gritar, chorar, xingar, comemorar, correr ou desaparecer.

Comemoração da Copa do Brasil 1996

Tenho vontade de chorar ao pensar no pior, mas de gritar de alívio ao pensar no melhor, porque sei que serão 90 minutos que ficarão marcados pra sempre em minha vida, assim como tantos outros jogos foram eternos. Por bem ou por mal.

E pensando bem, é verdade que time grande não cai. Mas esse time que esta em campo (não estou falando das 5 estrelas que eles levam no peito) foi pequeno por muito tempo nesse campeonato e por isso que tudo é possível – inclusive a queda – neste domingo. Encaremos a realidade: é verdade sim que time grande não cai. Mas basta que queiram ser grandes para evitar o triste final.

Quando o juiz apitar o inicio do jogo, farei como faço sempre: encararei a bola e pedirei ao meu Deus para que aqueles jogadores joguem o que já fizeram muito bem. Sim, isso é verdade!

Sabem o Rafael? Já segurou a pressão do time da casa em duas finais de competições nacionais quando era da base e esse ano assegurou um empate ao defender um pênalti do badalado Marcos Assunção.

Vítor? Em 2008 ganhou o prêmio de melhor lateral direito do Campeonato Brasileiro.

Léo? Então, ele foi considerado em 2010 – que poucos lembram que o Cruzeiro foi vice-campeão brasileiro – pela própria torcida cruzeirense o melhor zagueiro do elenco como há muito tempo não se via.

Victorino? Foi o zagueiro titular da seleção que ficou em terceiro lugar na Copa do Mundo ano passado.

Sabem o Diego Renan? Em 2009 foi o terceiro melhor lateral esquerdo do Campeonato Brasileiro com apenas 20 anos.

Fabrício? Um dia a torcida o chamou de ídolo.

Roger? Decidiu um clássico em seu primeiro jogo pelo Cruzeiro.

Sabem o Charles? Fez parte de um dos melhores meio-campos que o Cruzeiro teve nos últimos 10 anos com um quadrado mágico que encantou o campeonato brasileiro de 2008.

Conhecem o Elber? Foi considerado uma das maiores revelações dos campeonatos juniores.

E o Wellington Paulista? Um dia foi o “Wellingol” e decidiu uma importante classificação do Cruzeiro para uma final de Libertadores dentro da casa do adversário lotada.

Sabem o técnico Vagner Mancini? Ele dirigiu uma “carroça desembestada” que atropelou o “mengão sem freio” esse ano ainda.

Além disso tudo, ainda temos uma camisa, que não joga bola, mas já foi testemunha de milagres, de feitos antes ditos impossíveis e de uma história contada por emoção, por amor, por nunca desistirem.

Gol de Emerson sobre América que garantiu tricampeonato em 1960

Sabem pra que estou falando isso? Que o futebol tem memória curta. Não quero iludir ninguém e mascarar a péssima campanha e tantos jogos terríveis que esses jogadores fizeram, mas mostrar que se um dia eles já foram decisivos, seja como melhores por um instante ou por um campeonato inteiro, eles podem ser bem maiores/melhores do que vinham sendo.

Se isso tudo um dia aconteceu, certamente poderá acontecer novamente. Meu único pedido para domingo é para que joguem, confiem, enfim: acreditem neles mesmos.

Não importa mais a corneta, o xingamento, o choro, a raiva, se você confia como torcedor ou não. Agora dependemos desses caras. Não escrevo mais para que nós torcedores acreditemos, mas para os próprios jogadores acreditarem neles mesmos. Nossa opinião de torcedor já não vale mais nada, mas a nossa torcida pode valer muito. Se um dia esses homens chegaram a ser admirados, certamente poderão ser novamente. Não fizeram jus à nossa confiança por maior parte do tempo, mas poderão fazer nos 90 minutos seguintes ao apito inicial naquela Arena, que certamente ficará marcado pela vida deles e nas nossas lembranças.

Mas se querem ficar lembrados por bem ou por mal, agora são eles que decidem.

Luciana Bois acredita no Cruzeiro

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Complexos

Já que tem muito tempo que nem atualizo o Squadra Azzurra, quis passar por aqui pra deixar uma nota sobre um livro que estou lendo do Marcos Guterman (ed. Contexto), chamado “O futebol explica o Brasil”.

Como diz o título, o esporte explica sim o país e nos apresenta a profissionalização e o amor que existe no esporte. Em vários momentos enquadrei diversas situações do Cruzeiro na trajetória da Seleção Brasileira enquanto lia e gostaria de compartilhar um pouco sobre o “complexo de vira-latas” e algo que nunca podemos desprezar a esperança, ainda que seja um pouco iludida.

Após o Maracanazzo em 1950, o brasileiro ficou receoso com o futebol de sua Seleção. Na Copa seguinte de 54, havia resquícios e medo do que havia acontecido em 50 e acabou sendo vergonhosa a participação da Seleção Brasileira naquele ano, sendo eliminada pela Hungria nas quartas de final

Para 58, o Brasil apostaria em um garoto de 17 anos cujo apelido intrigante era Pelé. Apesar de ser uma trio admirável do garoto com Vavá e Garrincha, a confiança do brasileiro ainda era pouca, já que, como diria José Lins do Rego em 1950 “O brasileiro é um adorador de vitórias, o homem que não admite fracasso”, a população ainda não queria confiar naquela Seleção, receosa de uma nova desilusão.

A crônica a seguir explica de onde vem a expressão “Complexo de Vira-Latas”, escrita por Nelson Rodrigues em 1958

Hoje vou fazer do escrete o meu numeroso personagem da semana. Os jogadores já partiram e o Brasil vacila entre o pessimismo mais obtuso e a esperança mais frenética. Nas esquinas, nos botecos, por toda parte, há quem esbraveje: – “O Brasil não vai nem se classificar!”. E, aqui,eu pergunto: – não será esta atitude negativa o disfarce de um otimismo inconfesso e envergonhado?

Eis a verdade, amigos: – desde 50 que o nosso futebol tem pudor de acreditar em si mesmo. A derrota frente aos uruguaios, na última batalha, ainda faz sofrer, na cara e na alma, qualquer brasileiro. Foi uma humilhação nacional que nada, absolutamente nada, pode curar. Dizem que tudo passa, mas eu vos digo: menos a dor-de-cotovelo que nos ficou dos 2 x 1. E custa crer que um escore tão pequeno possa causar uma dor tão grande. O tempo em vão sobre a derrota. Dir-se-ia que foi ontem, e não há oito anos, que, aos berros, Obdulio arrancou, de nós, o título. Eu disse “arrancou” como poderia dizer: – “extraiu” de nós o título como se fosse um dente.

E, hoje, se negamos o escrete de 58, não tenhamos dúvidas: é ainda a frustração de 50 que funciona. Gostaríamos talvez de acreditar na seleção. Mas o que nos trava é o seguinte: o pânico de uma nova e irremediável desilusão. E guardamos, para nós mesmos, qualquer esperança. Só imagino uma coisa: – se o Brasil vence na Suécia, e volta campeão do mundo! Ah, a fé que escondemos, a fé que negamos, rebentaria todas as comportas e 60 milhões de brasileiros iam acabar no hospício.

Mas vejamos: o escrete brasileiro tem, realmente, possibilidades concretas? Eu poderia responder, simplesmente, “não”. Mas eis a verdade: eu acredito no brasileiro, e pior do que isso: sou de um patriotismo inatual e agressivo, digno de um granadeiro bigodudo. Tenho visto jogadores de outros países, inclusive os ex-fabulosos húngaros, que apanharam, aqui, do aspirante-enxertado Flamengo. Pois bem: não vi ninguém que se comparasse aos nossos. Fala-se num Puskas. Eu contra-argumento com um Ademir, um Didi, um Leônidas, um Jair, um Zizinho.

A pura, a santa verdade é a seguinte: qualquer jogador brasileiro, quando se desamarra de suas inibições e se põe em estado de graça, é algo de único em matéria de fantasia, de improvisação, de invenção. Em suma: temos dons em excesso. E só uma coisa nos atrapalha e, por vezes, invalida as nossas qualidades. Quero aludir ao que eu poderia chamar de “complexo de vira-latas”. Estou a imaginar o espanto do leitor: “O que vem a ser isso?”. Eu explico.

Por “complexo de vira-latas” entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. Isto em todos os setores e, sobretudo, no futebol. Dizer que nós nos julgamos “os maiores” é uma cínica inverdade. Em Wembley, por que perdemos? Porque, diante do quadro inglês, louro e sardento, a equipe brasileira ganiu de humildade. Jamais foi tão evidente e, eu diria mesmo, espetacular o nosso vira-latismo. Na já citada vergonha de 50, éramos superiores aos adversários. Além disso, levávamos a vantagem do empate. Pois bem: – e perdemos da maneira mais abjeta. Por um motivo muito simples: – porque Obdulio nos tratou a pontapés, como se vira-latas fôssemos.

Eu vos digo: o problema do escrete não é mais de futebol, nem de técnica, nem de tática. Absolutamente. É um problema de fé em si mesmo. O brasileiro precisa se convencer de que não é um vira-latas e que tem futebol para dar e vender, lá na Suécia. Uma vez que se convença disso, ponham-no para correr em campo e ele precisará de dez para segurar, como o chinês da anedota. Insisto: para o escrete, ser ou não ser vira-latas, eis a questão.”

Acho que a primeira pessoa que tinha que tirar lição disso sou eu. =P

BR’11 – Para um grande campeonato

Esse será o melhor campeonato brasileiro dos últimos anos.

Parece até clichê, mas sério que esse ano eu acredito que é verdade.

Os grandes – com exceção de Santos, Vasco e Coritiba – começarão o campeonato com toda atenção para a competição. Grandes nomes voltaram ao Brasil, boas equipes foram formadas, com excelentes elencos (Inter, Cruzeiro, Santos) e estamos diante de grandes apostas.

O Cruzeiro dará seu passo inicial sobre o tímido Figueirense, mas que exigirá ainda muita atenção. Não podemos perder pontos para uma equipe, teoricamente, inferior. Não podemos dar espaços a surpresas.

O time catarinense apostará suas fichas no contra-ataque, já sabendo do grande poder ofensivo do Cruzeiro, aproveitado por todos os setores do campo. A experiência celeste terá que ser cautelosa, mas ofensiva, mesmo com status de visitante.

Estou reparando que o discurso cruzeirense é de tratar cada jogo como decisão, o que sempre será o correto quando se trata de pontos corridos. Cansamos de bater na trave ultimamente, não podemos mais nos contentar com apenas a Libertadores, nem chegar ao final do campeonato lamentando o ponto perdido ali ou aqui, um discurso já manjado, embora seja coerente ao Cruzeiro nos últimos anos.

Já que temos um bom elenco, devemos ter ambição. Ela faz com que acreditemos em nosso (bom) potencial e aproveitar.

Essa é só a primeira rodada das 38 que virão. É provável que sintamos raiva novamente por causa de “Sandro”, “Heber’s”, “timão”, “stjd’s”, dias ruins, contusões injustas, mas que ao final do campeonato nossas alegrias sejam bem maiores que nossas frustrações.

O provável time do Cruzeiro será: Fábio; Marquinhos Paraná, Gil, Léo, Everton (Gilberto); Henrique, Leandro Guerreiro, Roger e Montillo; Thiago Ribeiro e Wallyson.

Simbora Cruzeiro, pra cima deles!

Luciana

Clássico, final… só peço uma coisa!

Já que falei tanto nos últimos dias sobre o livro “Trocando os pés pelas mão – O futebol e a vida nas crônicas de Tostão” (YOSHIOKA, Gílson; Ed. Maquinária) quis usar também esse livro para o clássico de hoje.

No livro, há uma entrevista fictícia em que Tostão pergunta à Nelson Rodrigues sobre a decisão de um clássico:

– Quem vai decidir a partida? – prosseguiu.

– O Sobrenatural de Almeida e a alma. Os idiotas da objetividade e os entendidos não vão além dos fatos concretos. O entendido só não se torna abominável porque o ridículo o salva. Não percebem que o mistério pertence ao futebol. Não há clássico sem um mínimo de fantástico. Até a mais sórdida pelada é uma complexidade shakespeariana. E sem alma não se chupa um chicabom. A alma é tudo, o resto é paisagem.

E um dicionário de contexto e reflexões do cronista no livro, quis selecionar esse:

Guerreiro – Ser guerreiro não significa trombar nem guerrear com os adversários. Ser guerreiro é não se esconder do jogo, crescer nas adversidades e transpirar bastante pelo corpo e pela alma.

Que o Cruzeiro tenha ambição pela vitória, joguem com alma, garra e que sejam guerreiros. No resto, tudo pode acontecer. Mas que busquemos a vitória.

Só peço isso e nada mais.

Simbora Cruzeiro!

Luciana

LA’11 Cruzeiro x Guaraní-PAR

O Cruzeiro encara hoje o Guaraní-PAR em busca da primeira vitória fora de casa na Libertadores, e querendo aumentar a vantagem no saldo de gols diante do adversário que menos goleou.

O Guaraní não almeja mais nada na competição, já que matematicamente não conseguirá a classificação, por isso cogitasse que o time paraguaio irá a campo com alguns reservas para poupar seus principais competidores para o campeonato local.

O esquadrão celeste, que tem nada a ver com isso, vai a campo para concretizar a sua classificação, que dependendo dos resultados, consolidará uma das primeiras colocações na classificação geral da fase de grupos, podendo levar vantagem (teórica) até o fim da competição na fase de mata-mata.

O Cruzeiro lançara a campo seus melhores jogadores, inclusive com Victorino e Henrique que estavam servindo à seleção do Uruguai e do Brasil, respectivamente. E em destaque o ataque que irá com dois velocistas – Thiago Ribeiro e Wallyson – deixando Wellington Paulista mais uma vez no banco.

Já comentei isso e repito: apesar dos nossos dois velocistas estarem vivendo um ótimo momento, acho arriscado ir a campo sem um centroavante de ofício. Wellington Paulista está intragável com seu futebol, mas apostaria em outro atacante de área, nesse momento, seria Ortigoza – já que Farías nem tem voz mais.

O Cruzeiro vai a campo com Fábio; Pablo, Gil, Victorino e Gilberto; Henrique, Marquinhos Paraná, Roger e Montillo; Wallyson e Thiago Ribeiro

E o Tolima provavelmente com Pablo Aurrecochea (Joel Silva); Filippini, Federico Carballo, Ithurralde e Elvis Marecos; Cristian Sosa, Hobecker, Paniagua e Mendoza; Benítez e Luis Ovelar (Fabio Escobar).

Simbora Cruzeiro!

Luciana

CM’11 Cruzeiro x América-MG

Hoje o Cruzeiro enfrenta um clássico pelo campeonato mineiro contra o América-MG, que vêm de uma derrota para o xará de Teófilo Otoni.

O Cruzeiro, líder absoluto nas duas competições em que participa, tem 3 pontos de vantagem sobre o Mequinha, e mesmo se sair derrotado hoje, continuará a frente do conterrâneo de BH na tabela, já que os critérios de desempate beneficiam muito o Cruzeiro (saldo de gols: 16 x 7) ou só uma catástrofe mudaria isso tudo.

Mas perder para o América implica uma possível ultrapassagem do Galinho sobre o Cruzeiro, caso (caso!) ganhe a partida que terá a mais. E o América ainda não está matematicamente classificado para a semi-final da competição, logo não medirá esforços para o bom resultado.

O jogo será em Varginha e a expectativa para o tal é tamanha que vão torcedores de vários times diferentes só para ver o Cruzeiro jogar (aqui no sul de Minas é difícil achar torcedor do América, né! E pela proximidade com São Paulo, há muita influência de lá…).

Cruzeiro, favor não decepcionar!


Mesmo com a viagem programada para o Paraguai nessa semana, Cuca lança a campo seus melhores jogadores. Montillo e Leo recuperados, provavelmente começarão o jogo em campo. Como mostrou nos treinamentos, Wellington Paulista provavelmente começara o jogo esquentando o banco (Uhhhulll \o/).

Apesar de achar arriscado não ter um centroavante em campo, Wallyson e Thiago Ribeiro estão em excelente fase e se cumprirem o revezamento de cada hora um entrar mais pra área, certamente sairá um bom resultado. E acho melhor os dois, do que com o Wellington Paulista em campo (já que o Cuca não gosta do Farías).

Leandro Guerreiro será o titular também, já que Fabrício ainda não possui condições de jogo e Henrique esta servindo à seleção.

Provável Cruzeiro: Fábio; Pablo, Gil, Léo e Gilberto; Leandro Guerreiro, Marquinhos Paraná, Roger e Montillo; Thiago Ribeiro e Wallyson.

Provável América: Flávio; Marcos Rocha (Sheslon), Otávio, Gabriel e Jean Batista (Rodrigo); Dudu, Leandro Ferreira, Nando, Irênio e Netinho; Luciano e Fábio Júnior.

Um atrativo a parte do jogo será o confronto entre a melhor defesa do campeonato contra o artilheiro da competição. Bora parar o Fábio Júnior, ein!

Simbora Cruzeiro!

Libertadores’11 Cruzeiro x Tolima-COL

Salve, Nação Azul! Hoje é dia de mais um jogo do nosso Cruzeiro, o Maior de Minas! Será o jogo da classificação para a próxima fase, dos mata-matas. Por isso é de suma importância que a Nação apóie do começo ao fim, e não se deixe levar pela sequência de resultados negativos do Tolima. Respeito da torcida e dos nossos jogadores é sempre bom!!

Nosso mestre Cuca resolveu surpreender negativamente a China Azul, e escalou Wellington Paulista para o lugar do Thiago Ribeiro, que vem fazendo ótimos jogos e gols. Aqui vai minha opinião: não gostei e não concordo, já que WP, desde o ano passado, não faz jus à titularidade. Ela deve ser de quem está melhor tecnicamente. Além do mais, me pergunto sobre o Farías, que quase nunca teve chance real, tirando o último jogo contra o Democrata-GV. E fez muito mais que WP. Atacante vive de gols, seja ele centro-avante ou de velocidade. Que Cuca seja mais justo e não crie um racha no grupo por causa de sua superproteção a quem não está merecendo!

Quanto ao Gilberto, que também volta e que admiro muito, não sei se seria esse o momento , depois de 1 mês parado por conta de uma tendinite. Mas espero que ele contribua com sua experiência, inteligência, e que não se machuque novamente.

E o Tolima? Ah, o Tolima treinou em Vespasiano , tirou fotos do “melhor CT do Brasil” (KKKKKK) e não imagino até que ponto ainda estão envolvidos com a Libertadores.  O time vem com desfalques, e só com 16 jogadores. Mas quando se trata de enfrentar “La Bestia Negra”, qualquer time, mesmo mais fraco, cresce.

Porém, como eles treinaram lá na cidade preta e branca, prevejo uma vitória para nós! Já viram, é a famosa zica eterna, né?

Provável time do Cruzeiro: Fábio, Pablo, Victorlindo (hehehe), Gil e Gilberto; Paraná, Henrique, Roger e Montillo; Wallysson e WP.

Estaremos todos juntos hoje, incentivando e torcendo para mais uma vitória do clube que é, na realidade, um grande campeão!!!

Orgulhosamente Cruzeiro!!!

Simone